A 31.ª edição da emblemática Corrida das Lezírias voltou a colocar Vila Franca de Xira no centro do calendário nacional de atletismo. Uma prova com história, identidade própria e um percurso que é tudo menos banal.
Falar das Lezírias é falar de tradição. É falar da ponte Marechal Carmona, do vento a soprar vindo do Tejo, da transição da cidade para o campo, dos campinos a marcar presença e daquela sensação única de correr entre as ruas urbanas e a Lezíria Ribatejana.
Este ano, a participação voltou a encher as ruas com milhares de atletas, entre a prova principal de 15,5 km, a caminhada de 5 km e as provas jovens. Um verdadeiro dia de festa para o desporto.
Um percurso que é marca da casa
A Corrida das Lezírias distingue-se por algo raro: mistura pisos e paisagens.
Asfalto, terra batida, relva e a travessia da ponte sobre o Tejo. Não é uma corrida “plana e simples”. É uma corrida com identidade.
Depois de meses marcados por instabilidade meteorológica, a organização fez ajustes estratégicos ao percurso, garantindo segurança e qualidade competitiva. O resultado foi uma prova fluida, desafiante e com excelente ambiente ao longo de todo o traçado.
Vencedores da Prova Principal (15,5 km)
Masculinos
1.º João Alegria – 50m03s
2.º Natanael Guerreiro – 52m26s
3.º Tiago Fernandes – 52m31s
Femininos
1.ª Ana Machado – 1h04m30s
2.ª Palmira Quinhama – 1h05m43s
3.ª Maria do Céu Nunes – 1h06m00s
Tempos sólidos, ritmo forte e prova decidida com intensidade.
Equipa A Minha Corrida em força 💙
A Associação A Minha Corrida voltou a marcar presença com atletas e pacers espalhados pelo pelotão:
- David Leitão
Luís Pedro – Pacer
André Coelho – Pacer
António Ramos
Liliana Baltazar – Pacer
Carlos Lopes
Daniel Nogueira – Pacer
Ana Casquilho Oliveira – Pacer
Sandra Antunes
Eduardo Neves – Pacer
Mafalda Fortuna
Ana Mendes – Pacer - Helena Água
Presença forte, espírito de equipa e aquela energia que já é marca AMC nas provas nacionais.
Muito mais do que uma corrida
A Corrida das Lezírias não é só competição. É comunidade. É música no percurso. É famílias a apoiar. É tradição ribatejana viva. É aquele momento em que a cidade passa para o campo e o campo responde com vento e horizonte aberto.
Uma prova que continua a provar porque é uma das mais emblemáticas do país.







